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Preconceito Infinito
Julgamento em conflito
Tudo isto deveria acabar

Tudo o que eu tenho escrito
É aquilo que necessito
Que não importe se eu não rimar

Tanto ficou por ser entendido
Esta é a hora de ser ouvido

Mas haverá alguém por aí
Que ouça a voz do artista?
Mas haverá alguém por aí
Que pare de ser egoísta?



Preconceito Infinito...
Julgamento em conflito...
Tudo o que eu tenho escrito
É aquilo que necessito
Que não me julguem se eu não rimar

Mas haverá alguém por aí
Que ouça a voz do artista?
Mas haverá alguém por aí
Que pare de ser egoísta?



Mas haverá alguém por aí
Que ouça a voz do artista?
Mas haverá alguém por aí
Que pare de ser egoísta?

 

Mas haverá alguém por aí
Que perceba a dor do artista?
Mas haverá alguém por aí
Que lhes dê uma alma optimista?



A dor que sinto é...
A de ser julgado...
E de não ser ouvido.

Castanhos, verdes e azuis
As cores que me fazem sonhar
Castanhos, verdes e azuis
As cores de um olhar



Perdes-te nos olhos de uma mulher
Sem saberes se esta te vai escolher
Perdes-te nos olhos de uma mulher
Mas só o coração te pode acolher



Castanhos, verdes e azuis
As cores de um olhar femenino



Perdes-te nos olhos de uma mulher
Sem saberes se esta te vai escolher
Perdes-te nos olhos de uma mulher
Mas só o coração te pode acolher

Perdes-te nos olhos de uma mulher
Sem saberes se esta te vai escolher
Perdes-te nos olhos de uma mulher
Mas só o coração te pode acolher

Perdes-te nos olhos de uma mulher
Não tem problema tudo pode acontecer
Perdes-te nos olhos de uma mulher
O teu amor pode agora crescer

O Indio dançou e o vento soprou
Chamou a natureza
Harmonia ele saboriou E revelou a riqueza



Haverá mais alguém que sinta tão bem
A riqueza da natureza?
Ou estaremos todos a caminhar
Na mesma tristeza?



O Indio dançou e o vento soprou
Ele revelou a riqueza



Haverá mais alguém que sinta tão bem
A riqueza da natureza?
Ou estaremos todos a caminhar
Na mesma tristeza?

Ideias constantes, pensamentos preocupantes
Não deixam dormir, só fazem deprimir o
consciente, a mente inexperiente proveniente do paciente inconsciente que não se sente a ir em frente



tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
Não vou aguentar, ver as horas a passar
tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
Não vou aguentar, tenho que sair deste lugar



Ideias constantes, pensamentos preocupantes
Chegam com a idade, aumentam a ansiedade
Agravada pela repetida guitarrada afinada
nada tocada como o B Fachada à palmada



tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
Não vou aguentar, ver as horas a passar​

tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
tic-tac tic-tac tic-tac do relogio
Não vou aguentar, tenho que sair deste lugar

Pego na guitarra
A pensar em ti
Relembro aquele tom verde
Que em ti eu vi



Quero estar contigo
Vêr o nascer do sol
Naquele telhado antigo
Só contigo
Mariana



Aquele tom paralisou-me
Foi do teu olhar
Mas foi um dar de mãos
que me fez apaixonar



Quero estar contigo
Vêr o pôr-do-sol
Naquele telhado antigo
Só contigo
Mariana

Quero estar contigo
Ajudar-te a ser feliz
Neste dia 24
isto é para ti
Mariana

Chegado a esta fase
Está na hora
De começar
Com a experiencia



Experimento
Na esperança
De conseguir
Algo de novo e diferente
(2x)



Criatividade
Estou à tua procura
Onde estás, Criatividade?​
(2x)​

Termino agora
Na esperança
De ter conseguido
Algo de novo e diferente

Ó Mundo que és mudo
Sei lá eu o que dirias de nós
Deixámos tudo muito imundo
A culpa é nossa se ficarmos sós

Ó Mundo que és mudo
Que sejas cego e surdo
Para perdoares
Este ser imundo



Sei que merecemos
Mas por favor
Não nos falais
Com destruição amais...



Ó Mundo
Que és Mudo
Perdooai
As nossas ofenças
Assim como nós não perdoamos a quem nos tem ofendido
Não nos deixeis cair em tentação como temos caido
E livrai-nos do teu mal
Amen



Sei que merecemos
Mas por favor
Não nos falais
Com destruição amais...

Sei que merecemos
Mas por favor
Não nos inundais
Não nos levais
Não nos matais
Não nos falais
Por causas naturais
É destruição amais...

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